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terça-feira, junho 03, 2014

Encarando os desafios

Não é facil construir uma banda de sucesso, todos sabemos, o importante é trabalhar, superar, trabalhar, inovar, trabalhar.... e aquelas coisas que dizem todos os cursos motivacionais.
De repente me toco que o projeto Low-Fi está completando 10 anos, conto como data inaugural o ano de 2004, quando lançamos a ideia no Conexão Telemig Celular e no Música Independente, com os colegas Roger Bacon, Fernando Righ e Delio Esteves.
Desde então tocamos em outros lugares, outras cidades, lançamos um disco, a banda mudou, amadureceu, participamos de outros sons e seguimos.
Ready for Rock, tem sido a ideia central, sempre apto, sempre pronto, mais emoção, mais alegria, energia para fazer levantar e dançar, para fazer sonhar.
Momento de reflexão, de agradecer todos os que nos ajudaram chegar até aqui, melhor não citar nomes para não esquecer de alguns, mas eles sabem que estão no meu coração. Músicos, produtores, cantores, donos de bares, curadores, colegas amigos, familiares, fans e seguidores. Sozinho não se vai muito longe, obrigado de coração.
Adiante, muita vontade de seguir, já pensando num segundo disco, compondo músicas novas, novas parcerias, novas texturas. O show deve continuar, cada vez melhor.

É de menino que se torce o pepino 2

Este post é antigo, mas para retomar as ediçoes neste blog precisei voltar a ele, assim como voltar ao ponto de partida. reload and play again.

Eu devia ter uns 13, ainda não tocava uma nota sequer, mas já era maluco pelo rock. Meu papo com os colegas do ginásio era mais artes plásticas e música que futebol e TV. Portanto, fui indicado e eleito presidente do grêmio literário. Era uma iniciativa do professor de português: uma vez por mês, a gente podia usar a aula dele e a sala de cinema para apresentar poesias, jograis, ...música.

A primeira edição transcorreu super tranquila, os colegas colaboraram bastante, rolou o esperado,poesia, jogral, um colega tocou brinquedo proibido no violão e eu tive a idéia de fazer uma colega que se parecia muito com a Gal, por seus longos cabelos, dublar o disco da Maria Bethânia, uma vez que ninguém tinha o disco da Gal. O sucesso foi absoluto, outros professores foram convidados e apareceram alguns alunos de outras turmas também.

A segunda edição já era ansiosamente esperada, eu fazia segredos, mas resolvi repetir a formula: poesias, jograis, violão e para a dublagem levantaria meu cabelo e faria Jimmi Hendrix.

Aparagam as luzes, aumentaram o som da vitrola, eu apareci fantasiado com uma guitarra desligada, tentando imitar a maneira particular com a qual Jimmi desempenhava. Nós, eu e Jimmi, levamos a galera ao delirio com Purple Haze, Foxy Lady e outras.

Jamais houve terceira edição do Grêmio literário, mas foi a primeira vez que me dediquei ao trabalho de JH. Hoje, tantos anos passados, ainda me vejo buscando em suas composições e em suas idéias soluções para meus caminhos. thanks Jimmi.
















Nosso baterista em seu início de carreira